Eis as regras...
1 – Apresentação do selo ;
2 – Lista de 10 coisas que me fazem feliz e fazer uma delas hoje;
3 – Passar o selo a 10 blogs.
Coisas que me fazem feliz...e pelo menos uma, que vou fazer hoje
1- Receber selinhos dos amigos...
2- Ler o que meus amigos (as) escrevem em seus blogs
3- Receber comentários nos meus blogs
4- Escrever sobre Florais de Bach no http://soniarocha-floraisdebach.blogspot.com/
5- Brincar com meus cachorros
6- Conversar com meu filhos
7- Ver filme comendo pipoca e tomando suco de manga
8- Olhar a paisagem da janela do meu quarto
9- Ler, ouvir música e fazer palavras cruzadas
10- Repassar selinhos que recebo...é o que já estou fazendo hoje.
OBS.: não necessariamente nessa ordem...porque a ordem dos fatores não altera o resultado.
The "Oscar" goes to:
1-Alguém me ouviu? http://alguemmeouviu.blogspot.com/
2- Minhas músicas preferidas http://elaine-crespo.blogspot.com/
3- Penso, logo brigo http://pensologobrigo.blogspot.com/
4- Terapia Floral...Carolina Arêas http://www.terapiafloral.net/
5- Vitrine de Prata http://vitrinedeprata.blogspot.com/
6- Viver é pura magia http://viverpuramagia.blogspot.com/
7- Discutindo e nalisando a Educação Brasileira http://professoresdelinguaportuguesa.blogspot.com/
8- O sol de correr muros e mundos http://mariajosecalladopoesias.blogspot.com/
9- Advaita Yoga http://advaitayoga.wordpress.com/
10- Christian Rocha http://christianrocha.wordpress.com/
Criei esse blog em Setembro de 2009 com a intenção de manter um canal aberto para quem quisesse se manifestar sobre fatos do cotidiano, aqueles que nos incomodam. A idéia era "botar a boca no trombone". Fiz isso nos posts iniciais. Aos poucos fui modificando o perfil e acabei por transformar minhas broncas em reflexões pessoais. Hoje escrevo sobre variedades, sempre sob minha ótica. Mas o espaço continua aberto para quem não quiser calar...
03 março, 2010
27 fevereiro, 2010
Um texto recebido...
Queridos (as),
faz algum tempo que recebi o texto que agora publico. Fui ao Google (salvador da pátria) para obter informações sobre a autora. Eu modifiquei a apresentação (layout), retirando as ilustrações. Aqui tem o texto lindamente ilustrado por Ziraldo. Vale a pena ver.
É provavel que já tenham lido, mas, repetir o que nos faz refletir, com humor gostoso, divertido, inteligente...nunca é demais, concordam?
Então aí vai...
de Marisa Prado
OLHA O OLHO DA MENINA
Menina crescia escutando que não adiantava mentir porque mãe sempre sabia
Mãe dizia que lia na testa da Menina, e que testa só Mãe sabia ler.
Menina tentava tapar a testa com a mão na hora de mentir.
Mãe achava graça. Muita graça. E continuava lendo assim mesmo.
Menina precisava entender como essa coisa misteriosa acontecia.
No espelho do banheiro, mentia muito em silêncio. E na testa, nada escrito!
Aí, Menina descobriu que Mãe também mentia. E que então não era testa
- era o olho, com um brilho diferente - que entregava a mentira.
Menina então tentava fechar o olho com força, para esconder a Mentira.
Mas nem isso resolvia, pois Mãe sempre adivinhava.
Menina tinha era que aprender a fingir de olho aberto que mentira era verdade.
Menina tentou, tentou...e aprendeu.
Era essa a solução.
Mas de noite Menina ficava apertada por dentro.
Assim meio sufocada, não podia nem piscar.
Com o olho muito aberto, não conseguia dormir.
Faltava ar pra Menina. Igual quando a gente fica quase sem respirar rindo de uma cosquinha.
Só que não tinha graça.
Menina - sem querer - tinha descoberto a Consciência,
uma coisa que toma conta da gente mesmo quando Mãe não está lendo testa, nem adivinhando olho.
Menina tinha aprendido que ter que fingir doía.
E que desse jeito ia ficar muito sem graça ser gente grande.
Menina desistiu de crescer.
Mas não adiantava.
Menina via que agora já estava quase da altura do móvel da sala da vovó.
E ficava muito triste, o aperto apertando mais.
E de tanto que o aperto apertava, Menina achou que fingir só podia doer tanto porque era dor sozinha.
Menina teve uma idéia, e ainda não sabia se era idéia brilhante.
Mas sabia - isso sim - que precisava testar, pra conseguir descobrir.
A idéia da Menina foi dizer para Mãe que era difícil fingir.
Menina achava ruim aprender montes de coisas sem dividir com ninguém.
Menina falou pra Mãe que era muito complicado e que não era nada bom ter que crescer sozinha.
Mãe abraçou muito apertado a Menina.
E no colo tão esperado Menina estava sendo mãe da Mãe.
Menina sentiu que Mãe estava chorando.
E que Mãe ainda não tinha aprendido tudo.
Mãe não falava nada
Mas uma e outra sabiam naquele abraço apertado que em Mãe também doía ser gente grande sozinha.
Nessa hora Menina entendeu tudinho.
Descobriu que só carinho é que espanta a solidão.
E que dor, se dividida, fica dor menos doída.
E que aí, dá até vontade de continuar a crescer pra descobrir o resto das coisas.
Marisa Prado
Sonia Rocha - Mercuriana
faz algum tempo que recebi o texto que agora publico. Fui ao Google (salvador da pátria) para obter informações sobre a autora. Eu modifiquei a apresentação (layout), retirando as ilustrações. Aqui tem o texto lindamente ilustrado por Ziraldo. Vale a pena ver.
É provavel que já tenham lido, mas, repetir o que nos faz refletir, com humor gostoso, divertido, inteligente...nunca é demais, concordam?
Então aí vai...
de Marisa Prado
OLHA O OLHO DA MENINA
Menina crescia escutando que não adiantava mentir porque mãe sempre sabia
Mãe dizia que lia na testa da Menina, e que testa só Mãe sabia ler.
Menina tentava tapar a testa com a mão na hora de mentir.
Mãe achava graça. Muita graça. E continuava lendo assim mesmo.
Menina precisava entender como essa coisa misteriosa acontecia.
No espelho do banheiro, mentia muito em silêncio. E na testa, nada escrito!
Aí, Menina descobriu que Mãe também mentia. E que então não era testa
- era o olho, com um brilho diferente - que entregava a mentira.
Menina então tentava fechar o olho com força, para esconder a Mentira.
Mas nem isso resolvia, pois Mãe sempre adivinhava.
Menina tinha era que aprender a fingir de olho aberto que mentira era verdade.
Menina tentou, tentou...e aprendeu.
Era essa a solução.
Mas de noite Menina ficava apertada por dentro.
Assim meio sufocada, não podia nem piscar.
Com o olho muito aberto, não conseguia dormir.
Faltava ar pra Menina. Igual quando a gente fica quase sem respirar rindo de uma cosquinha.
Só que não tinha graça.
Menina - sem querer - tinha descoberto a Consciência,
uma coisa que toma conta da gente mesmo quando Mãe não está lendo testa, nem adivinhando olho.
Menina tinha aprendido que ter que fingir doía.
E que desse jeito ia ficar muito sem graça ser gente grande.
Menina desistiu de crescer.
Mas não adiantava.
Menina via que agora já estava quase da altura do móvel da sala da vovó.
E ficava muito triste, o aperto apertando mais.
E de tanto que o aperto apertava, Menina achou que fingir só podia doer tanto porque era dor sozinha.
Menina teve uma idéia, e ainda não sabia se era idéia brilhante.
Mas sabia - isso sim - que precisava testar, pra conseguir descobrir.
A idéia da Menina foi dizer para Mãe que era difícil fingir.
Menina achava ruim aprender montes de coisas sem dividir com ninguém.
Menina falou pra Mãe que era muito complicado e que não era nada bom ter que crescer sozinha.
Mãe abraçou muito apertado a Menina.
E no colo tão esperado Menina estava sendo mãe da Mãe.
Menina sentiu que Mãe estava chorando.
E que Mãe ainda não tinha aprendido tudo.
Mãe não falava nada
Mas uma e outra sabiam naquele abraço apertado que em Mãe também doía ser gente grande sozinha.
Nessa hora Menina entendeu tudinho.
Descobriu que só carinho é que espanta a solidão.
E que dor, se dividida, fica dor menos doída.
E que aí, dá até vontade de continuar a crescer pra descobrir o resto das coisas.
Marisa Prado
Sonia Rocha - Mercuriana
09 fevereiro, 2010
Mudando a música, muda-se a dança...mudam-se os dançarinos.
Você não mudou...é a mesma pessoa de sempre!
Ouse dizer isso a alguém e espere o resultado.A frase soa como uma acusação.
Vai ser uma “grita” geral. Sim, porque todo mundo acha que muda, e sempre para melhor.
É certo que estamos aqui para evoluir, o que não significa, necessariamente, mudar. É a evolução compulsória. Mas essa questão vai ficar para outra oportunidade.
As mudanças, às quais me refiro são aquelas mais mundanas, que precisamos fazer para uma melhor convivência com o nosso mundo exterior, para aprimorar nossos relacionamentos.
O exemplo mais clássico dessa situação é o casamento.
A noiva detesta mas tolera alguns hábitos do namorado, na esperança que, depois de casado, ele mude. O noivo, por sua vez, pensa a mesma coisa.
Mas as mudanças esperadas não se realizam.
Então começam as acusações e as cobranças.
Em nome da boa convivência, estamos sempre esperando que os outros mudem mas não há nada que nos faça mudar se não admitirmos que estamos errados em nossa maneira de interagir. E reconhecer nossos erros está fora de cogitação. O errado é sempre o outro.
Não nos damos conta que somos imperfeitos e qualquer mudança deve partir do reconhecimento genuíno das nossas falhas.
Quer mudar algo em sua vida? Mude a si mesmo e veja as transformações que isso vai causar ao seu redor.
O quarto do seu filho é uma desordem? Feche a porta e deixe-o viver no caos que produz. Quando ele procurar aquela bermuda que tanto gosta e não encontrar, vai sentir a necessidade de manter suas roupas no lugar.
Seu marido vive pedindo que você leve a cerveja gelada enquanto assiste ao futebol, que diga-se, você não suporta? Experimente dizer a ele que a cerveja acabou e que ele tem de ir comprar. Na próxima ida ao mercado ele vai se lembrar que não teve sua cerveja geladinha e vai tratar de providenciar.
Sua melhor amiga te liga e começa a falar dos próprios problemas sem nem ao menos perguntar se você está ocupada ou disposta a ouvi-la. Diga a ela que ligue mais tarde. É pouco provável, mas possível, que numa próxima vez ela peça licença antes de começar a desfiar o rosário das lamentações.
Claro que você terá de ser firme para conseguir manter sua posição porque vai precisar agir assim muitas vezes, até obter resultados satisfatórios.
Agora a pergunta: “Quem mudou, você ou os outros?”
A resposta é óbvia.
Todos mudaram.
É assim que funciona.
Sem cobrança, sem crítica, sem discussões...
Os exemplos que usei são simbólicos. Retratam mudanças fáceis. A fórmula, porém, se aplica a qualquer situação.
O mais importante é saber que somente a necessidade nos conduz a novos caminhos e os reajustes na rota (leia-se mudanças), devem partir de dentro para fora...
Então...você está preparado (a)?
Sonia Rocha - Mercuriana
Ouse dizer isso a alguém e espere o resultado.A frase soa como uma acusação.
Vai ser uma “grita” geral. Sim, porque todo mundo acha que muda, e sempre para melhor.
É certo que estamos aqui para evoluir, o que não significa, necessariamente, mudar. É a evolução compulsória. Mas essa questão vai ficar para outra oportunidade.
As mudanças, às quais me refiro são aquelas mais mundanas, que precisamos fazer para uma melhor convivência com o nosso mundo exterior, para aprimorar nossos relacionamentos.
O exemplo mais clássico dessa situação é o casamento.
A noiva detesta mas tolera alguns hábitos do namorado, na esperança que, depois de casado, ele mude. O noivo, por sua vez, pensa a mesma coisa.
Mas as mudanças esperadas não se realizam.
Então começam as acusações e as cobranças.
Em nome da boa convivência, estamos sempre esperando que os outros mudem mas não há nada que nos faça mudar se não admitirmos que estamos errados em nossa maneira de interagir. E reconhecer nossos erros está fora de cogitação. O errado é sempre o outro.
Não nos damos conta que somos imperfeitos e qualquer mudança deve partir do reconhecimento genuíno das nossas falhas.
Quer mudar algo em sua vida? Mude a si mesmo e veja as transformações que isso vai causar ao seu redor.
O quarto do seu filho é uma desordem? Feche a porta e deixe-o viver no caos que produz. Quando ele procurar aquela bermuda que tanto gosta e não encontrar, vai sentir a necessidade de manter suas roupas no lugar.
Seu marido vive pedindo que você leve a cerveja gelada enquanto assiste ao futebol, que diga-se, você não suporta? Experimente dizer a ele que a cerveja acabou e que ele tem de ir comprar. Na próxima ida ao mercado ele vai se lembrar que não teve sua cerveja geladinha e vai tratar de providenciar.
Sua melhor amiga te liga e começa a falar dos próprios problemas sem nem ao menos perguntar se você está ocupada ou disposta a ouvi-la. Diga a ela que ligue mais tarde. É pouco provável, mas possível, que numa próxima vez ela peça licença antes de começar a desfiar o rosário das lamentações.
Claro que você terá de ser firme para conseguir manter sua posição porque vai precisar agir assim muitas vezes, até obter resultados satisfatórios.
Agora a pergunta: “Quem mudou, você ou os outros?”
A resposta é óbvia.
Todos mudaram.
É assim que funciona.
Sem cobrança, sem crítica, sem discussões...
Os exemplos que usei são simbólicos. Retratam mudanças fáceis. A fórmula, porém, se aplica a qualquer situação.
O mais importante é saber que somente a necessidade nos conduz a novos caminhos e os reajustes na rota (leia-se mudanças), devem partir de dentro para fora...
Então...você está preparado (a)?
Sonia Rocha - Mercuriana
22 janeiro, 2010
"Isto é o que precisa ser feito"...Dra. Zilda Arns
Queridos (as) amigos (as)...
Nunca será demais rever e relembrar as sábias palavras de alguém que dedicou a vida ao bem comum...e que, certamente, de onde está, continuará zelando pelos necessitados, porque nossa missão não termina com nossa vida corpórea...
Somos todos, seres eternos!
Estão convidados para visitar a página abaixo.
http://www.luz-e-terra.com.br/solidariedade/materia.php?id=119
Sonia Rocha - Mercuriana
Nunca será demais rever e relembrar as sábias palavras de alguém que dedicou a vida ao bem comum...e que, certamente, de onde está, continuará zelando pelos necessitados, porque nossa missão não termina com nossa vida corpórea...
Somos todos, seres eternos!
Estão convidados para visitar a página abaixo.
http://www.luz-e-terra.com.br/solidariedade/materia.php?id=119
Sonia Rocha - Mercuriana
14 janeiro, 2010
Eu poeta???????????
Amigos (as)
Não sei poetar. Arrisquei-me...
Peço desculpas antecipadas pelo primitivismo da minha poesia...
Renascer
Foi uma vida...
Tantos anos compartilhados...
Foi uma vida bem vivida...
Com altos e baixos como toda vida é...
Foi um amor ...
Ardente, forte, bonito...
Foi um amor finito...
Como todo amor, infelizmente, é...
Foi um desencontro...
Destruidor, arrasador e doído...
No fundo da alma sentido...
Como todo desencontro é...
Foi uma decepção...
Uma lágrima, um perdão...
Um corte no coração...
Como toda decepção é...
Foi um medo...
De solidão, de vazio, de perdição...
Paralisante, extenuante...
Como todo medo é...
Foi um tempo...
Tempo de expectativa, de esperanças
De espera de mudanças...
Como todo tempo é...
Foi um fim...
Fim de uma vida...
Fim de um amor...
Fim de um desencontro...
Fim de uma decepção...
Fim de um medo...
Fim de um tempo...
Inicio de um novo ciclo...
Sonia Rocha - Mercuriana
Não sei poetar. Arrisquei-me...
Peço desculpas antecipadas pelo primitivismo da minha poesia...
Renascer
Foi uma vida...
Tantos anos compartilhados...
Foi uma vida bem vivida...
Com altos e baixos como toda vida é...
Foi um amor ...
Ardente, forte, bonito...
Foi um amor finito...
Como todo amor, infelizmente, é...
Foi um desencontro...
Destruidor, arrasador e doído...
No fundo da alma sentido...
Como todo desencontro é...
Foi uma decepção...
Uma lágrima, um perdão...
Um corte no coração...
Como toda decepção é...
Foi um medo...
De solidão, de vazio, de perdição...
Paralisante, extenuante...
Como todo medo é...
Foi um tempo...
Tempo de expectativa, de esperanças
De espera de mudanças...
Como todo tempo é...
Foi um fim...
Fim de uma vida...
Fim de um amor...
Fim de um desencontro...
Fim de uma decepção...
Fim de um medo...
Fim de um tempo...
Inicio de um novo ciclo...
Sonia Rocha - Mercuriana
01 dezembro, 2009
Os troféus nossos de cada dia...
Entendo por troféu tudo que conseguimos de melhor em nossa vida. Às vezes é o pior mas a gente não percebe.
Eu tenho muitos. De ouro, de prata, de bronze, de cristal, de lata, de papel...Alguns joguei fora. Outros reciclei. Muitos foram atirados ao chão por pessoas que não entendiam o motivo que me levava a mantê-los. Provavelmente também destrui alguns troféus alheios. Disso me arrependo e peço desculpas.
Bem, você deve estar se perguntando onde quero chegar com esse papo de troféu, não é?
Explicar é complicado. Exemplificar é mais fácil.
Já reparou que a grama do seu vizinho “parece” sempre mais verde que a sua?
Pois é. O jardineiro dele é melhor que o seu. A terra que ele usa é melhor que a sua. Os cuidados que dispensa ao jardim são diferentes (e melhores).
Então, seu vizinho chega e começa a expor todos os motivos que fazem de seu jardim um troféu...e, quanto mais o valoriza, mais desqualifica o seu...e, como sempre, ele tenta te convencer a fazer tudo do jeito dele...A intenção, aparentemente, é boa mas tenho dúvidas quanto a isso.
Lembro de uma situação bem característica. Encontrei uma amiga no shopping. Estava maravilhosa, embora um pouco diferente. As bolsas sob os olhos haviam sumido e do bigode chinês, nem sombra.
Claro que elogiei. Mas, ai de mim...foram horas tentando me convencer que devia fazer o mesmo. E com seu cirurgião porque ele é o melhor, blá...blá...blá...E não poderia me esquecer de freqüentar religiosamente uma boa esteticista – a dela, naturalmente. Nesse episódio detectei 2 troféus...o cirurgião e a esteticista. Se eu dissesse que tenho um amigo cirurgião de primeira linha e uma esteticista muito competente, certamente meus troféus seriam deitados por terra...Na verdade, não tenho e se tivesse não diria. Isso eu aprendi. Meus troféus só interessam a mim. Se me perguntarem ou pedirem opinião sobre qualquer assunto, digo o que sei, falo o que penso, mas nunca vou tentar "vender" meus troféus.
Cada um que conquiste os seus.
Sonia Rocha - Mercuriana
Eu tenho muitos. De ouro, de prata, de bronze, de cristal, de lata, de papel...Alguns joguei fora. Outros reciclei. Muitos foram atirados ao chão por pessoas que não entendiam o motivo que me levava a mantê-los. Provavelmente também destrui alguns troféus alheios. Disso me arrependo e peço desculpas.
Bem, você deve estar se perguntando onde quero chegar com esse papo de troféu, não é?
Explicar é complicado. Exemplificar é mais fácil.
Já reparou que a grama do seu vizinho “parece” sempre mais verde que a sua?
Pois é. O jardineiro dele é melhor que o seu. A terra que ele usa é melhor que a sua. Os cuidados que dispensa ao jardim são diferentes (e melhores).
Então, seu vizinho chega e começa a expor todos os motivos que fazem de seu jardim um troféu...e, quanto mais o valoriza, mais desqualifica o seu...e, como sempre, ele tenta te convencer a fazer tudo do jeito dele...A intenção, aparentemente, é boa mas tenho dúvidas quanto a isso.
Lembro de uma situação bem característica. Encontrei uma amiga no shopping. Estava maravilhosa, embora um pouco diferente. As bolsas sob os olhos haviam sumido e do bigode chinês, nem sombra.
Claro que elogiei. Mas, ai de mim...foram horas tentando me convencer que devia fazer o mesmo. E com seu cirurgião porque ele é o melhor, blá...blá...blá...E não poderia me esquecer de freqüentar religiosamente uma boa esteticista – a dela, naturalmente. Nesse episódio detectei 2 troféus...o cirurgião e a esteticista. Se eu dissesse que tenho um amigo cirurgião de primeira linha e uma esteticista muito competente, certamente meus troféus seriam deitados por terra...Na verdade, não tenho e se tivesse não diria. Isso eu aprendi. Meus troféus só interessam a mim. Se me perguntarem ou pedirem opinião sobre qualquer assunto, digo o que sei, falo o que penso, mas nunca vou tentar "vender" meus troféus.
Cada um que conquiste os seus.
Sonia Rocha - Mercuriana
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